Posts

Já parou para pensar que um ano pode ser o suficiente para mudar completamente a sua vida? Pois é, eu já vi isso acontecer várias vezes, e hoje quero te mostrar como você também pode fazer essa transformação. Não é magia, não é sorte, é sobre comprometimento, aprendizado e, claro, um bom controle financeiro pessoal.

1. Afaste-se de Pessoas Negativas

Primeiro, vamos falar sobre algo que muitas vezes ignoramos, mas que tem um impacto enorme na nossa vida: afastar-se de pessoas negativas. Já percebeu como algumas pessoas só sabem reclamar, criticar ou desencorajar? Pois é, elas podem estar sugando sua energia e, pior, influenciando suas decisões financeiras. Eu mesmo já tive amigos que viviam dizendo “isso não vai dar certo” ou “você nunca vai conseguir”. E adivinha? Quando me afastei deles, consegui focar no que realmente importava: meu crescimento pessoal e financeiro.

2. Comprometa-se com Seus Objetivos

Agora, o segundo passo é comprometer-se com seu objetivo. Não adianta só sonhar, é preciso agir. Lembro de uma época em que eu estava endividado e sem perspectiva. Foi quando decidi que ia mudar minha situação. Criei um plano, estabeleci metas realistas e, o mais importante, me comprometi com elas. Isso significa dizer “não” para gastos desnecessários, priorizar o pagamento de dívidas e investir em educação financeira. E acredite, quando você se compromete, o universo conspira a seu favor.

3. Aprenda com Seus Erros

Claro, no caminho, você vai errar. E isso nos leva ao terceiro ponto: aprenda com seus erros. Errar faz parte do processo, mas o que importa é o que você faz com esses erros. Eu já fiz investimentos que deram errado, já gastei mais do que deveria e já deixei oportunidades passarem. Mas cada erro foi uma lição valiosa. Hoje, vejo esses momentos como degraus que me levaram a um controle financeiro pessoal mais sólido.

4. Desenvolva Novas Habilidades

O quarto passo é desenvolver novas habilidades. O mundo está em constante mudança, e quem não se atualiza fica para trás. Seja aprender a investir, entender mais sobre finanças pessoais ou até mesmo desenvolver uma habilidade que pode gerar uma renda extra, tudo conta. Eu, por exemplo, comecei a estudar sobre investimentos e, aos poucos, estou aplicando esse conhecimento na prática. Hoje, isso faz toda a diferença no meu planejamento financeiro.

5. Seja Humilde e Reinvente-se

Por último, mas não menos importante, seja humilde e reinvente-se. A humildade é essencial para reconhecer que sempre há algo novo a aprender. E a reinvenção é o que nos mantém relevantes e preparados para os desafios. Lembro de uma fase em que precisei mudar completamente minha abordagem em relação ao dinheiro. Foi difícil, mas necessário. E hoje, vejo que foi uma das melhores decisões que já tomei.

Pode ser que você não consiga seguir todos esses passos a risca, mas com certeza, iniciar é o passo mais importante! Afinal, você não tem nada a perder, apenas a ganhar, mesmo que seja com seu próprio erro! Vamos lá? Vamos criar uma vida mais saudável financeiramente?

Abraços,

Wellington Cruz

Ensinar os filhos sobre dinheiro é uma das lições mais importantes que podemos passar como pais. Afinal, a relação que eles vão ter com o dinheiro no futuro começa a ser construída desde cedo. E a mesada pode ser uma ferramenta poderosa para isso. Mas, como especialista em finanças, sei que não basta apenas dar dinheiro às crianças. É preciso ensiná-las a planejar, poupar e gastar com consciência. Hoje, vou te mostrar como falar sobre planejamento financeiro com os seus filhos de forma simples e eficaz.

A mesada é muito mais do que um dinheirinho para gastar com doces ou brinquedos. Ela é uma oportunidade de ensinar as crianças sobre responsabilidade, escolhas e consequências. Quando uma criança recebe uma quantia fixa por mês, ela começa a entender que o dinheiro é limitado e que precisa ser administrado com cuidado. Isso é a base do planejamento financeiro. Por exemplo, se o seu filho ganha R$ 20 por mês e quer comprar um brinquedo que custa R$ 50, ele vai precisar guardar parte da mesada por alguns meses. Esse processo ensina paciência, disciplina e a importância de poupar para alcançar objetivos. E o melhor: tudo isso de forma prática e divertida.

Uma das dúvidas mais comuns dos pais é: quanto devo dar de mesada? Não existe uma regra fixa, mas uma boa referência é dar R$ 1 por ano de idade por semana. Por exemplo, uma criança de 10 anos receberia R$ 10 por semana. Esse valor pode ser ajustado de acordo com a realidade da família e as necessidades da criança. O importante é que seja um valor que permita à criança fazer escolhas, mas que também exija algum planejamento.

Agora que você definiu o valor da mesada, é hora de ensinar seu filho a planejar e poupar. Uma ideia simples é dividir o dinheiro em três partes: gastos imediatos, poupança e doação. Por exemplo, se a criança recebe R$ 20 por mês, ela pode separar R$ 10 para gastar no que quiser, R$ 7 para poupar e R$ 3 para doar. Essa divisão ajuda a criança a entender que o dinheiro pode ser usado de diferentes formas e que cada uma delas tem um propósito. Para tornar isso mais concreto, você pode usar cofrinhos ou potes transparentes, onde a criança possa ver o dinheiro crescendo. Isso cria um senso de realização e motivação. E, quando o objetivo de poupança for alcançado, como comprar um brinquedo ou um jogo, a criança vai sentir o prazer de ter conquistado algo com o próprio esforço.

Outro ponto importante é ensinar as crianças sobre escolhas e consequências. Se o seu filho gastar toda a mesada no primeiro dia, ele vai ficar sem dinheiro para o resto do mês. E isso é uma lição valiosa. Em vez de “socorrer” a criança com mais dinheiro, use essa situação como uma oportunidade para conversar sobre planejamento e responsabilidade. Por exemplo, você pode dizer: “Você gastou todo o dinheiro de uma vez, e agora vai precisar esperar até o próximo mês para receber mais. Na próxima vez, que tal pensar melhor antes de gastar?” Esse tipo de conversa ajuda a criança a refletir sobre suas escolhas e a aprender com os erros.

A doação é uma parte importante da educação financeira. Quando a criança separa uma parte da mesada para doar, ela aprende sobre generosidade e empatia. Você pode sugerir que ela doe para uma causa que tenha significado, como um abrigo de animais ou uma instituição que ajuda crianças carentes. Isso não só ensina sobre o valor do dinheiro, mas também sobre o impacto que ele pode ter na vida das pessoas.

É claro que a forma de ensinar sobre dinheiro deve ser adaptada à idade da criança. Para os mais novos, você pode usar jogos e brincadeiras para introduzir conceitos como poupança e gastos. Já para os adolescentes, é possível aprofundar o assunto, falando sobre investimentos, cartão de crédito e até mesmo empreendedorismo. O importante é manter o diálogo aberto e mostrar que o dinheiro é uma ferramenta que pode ser usada de forma positiva.

As crianças aprendem muito observando os pais. Mostre que você também planeja, poupa e faz escolhas conscientes com o dinheiro. Pergunte ao seu filho o que ele aprendeu com os erros e acertos no uso da mesada. E, quando a criança alcançar um objetivo de poupança, comemore com ela. Isso reforça a importância de planejar e poupar.

Ensinar os filhos sobre dinheiro não é uma tarefa fácil, mas é uma das mais importantes. Com a mesada e um pouco de orientação, você pode ajudar seus filhos a desenvolverem uma relação saudável com o dinheiro, preparando-os para um futuro financeiro mais tranquilo.

Vamos juntos construir um futuro financeiro mais seguro para todos!

Abraços,

Wellington Cruz

Ladrões do Seu Dinheiro

Você já parou para pensar para onde vai seu dinheiro no final do mês? Às vezes, parece que ele simplesmente desaparece, mesmo quando você tenta controlar os gastos. O que muita gente não percebe é que existem alguns “ladrões” silenciosos que, pouco a pouco, vão minando suas finanças. Hoje, vou te mostrar quais são esses 7 ladrões do seu dinheiro e, o mais importante, como você pode evitá-los. Vamos lá?

Tarifas Bancárias

O primeiro ladrão são as tarifas bancárias. Aquelas pequenas taxas que o banco cobra por serviços como manutenção de conta, saques, transferências e até emissão de boletos podem somar um valor considerável no final do ano. Por exemplo, se você paga R$ 20 por mês de tarifa de manutenção, ao final de um ano, são R$ 240 que poderiam estar na sua poupança. A solução? Procure por bancos digitais ou contas que oferecem isenção de tarifas. Muitos deles têm serviços gratuitos e podem te ajudar a economizar.

Assinaturas Automáticas

O segundo ladrão são as assinaturas automáticas. Netflix, Spotify, Amazon Prime, academia, revistas digitais… A lista pode ser longa. O problema é que muitas vezes esquecemos que estamos pagando por serviços que nem usamos. Já aconteceu comigo de descobrir que estava pagando por uma assinatura que não usava há meses. A dica é revisar suas assinaturas regularmente e cancelar as que não estão sendo úteis. Acredite, isso pode fazer uma grande diferença no seu orçamento.

Listas de Compras

O terceiro ladrão são as listas de compras. Você já foi ao supermercado com uma lista e acabou saindo com muito mais do que planejava? Isso acontece porque as lojas são especialistas em nos fazer comprar por impulso. Promoções, corredores estrategicamente organizados e até o cheiro de pão quente são armas poderosas. Para evitar isso, faça uma lista detalhada antes de sair de casa e tente segui-la à risca. Outra dica é evitar ir ao supermercado com fome. Parece bobeira, mas faz toda a diferença.

Multas Por Atraso

O quarto ladrão são as multas por atraso. Pagar uma conta com atraso pode parecer inofensivo, mas as multas e juros podem ser bem altos. Imagine que você esqueceu de pagar uma fatura de R$ 500 e foi cobrado 2% de multa mais juros de 1% ao dia. Em uma semana, isso pode virar um rombo no seu orçamento. A solução é organizar suas contas e, se possível, usar o débito automático para evitar esquecimentos.

Energia Elétrica

O quinto ladrão é a energia elétrica. Esse é um dos gastos que mais pesam no orçamento das famílias, mas muitas vezes não percebemos como pequenos hábitos podem aumentar a conta. Deixar luzes acesas, usar o chuveiro elétrico no modo inverno o tempo todo ou não desligar aparelhos da tomada são alguns exemplos. Pequenas mudanças, como trocar lâmpadas por modelos mais econômicos e usar eletrodomésticos de forma consciente, podem reduzir bastante o valor da conta.

Comprar Comida Por Impulso

O sexto ladrão é comprar comida por impulso. Quantas vezes você já parou em um fast-food porque estava com pressa ou pediu uma comida por delivery só porque não queria cozinhar? Esses gastos, que parecem pequenos, podem somar uma boa quantia no final do mês. Uma dica é planejar suas refeições com antecedência e, se possível, cozinhar em casa. Além de mais saudável, é muito mais econômico.

Pessoas Amadas

Por fim, o sétimo ladrão são as pessoas amadas. Sim, você leu certo. Às vezes, gastamos mais do que podemos para agradar familiares, amigos ou parceiros. Presentes caros, jantares em restaurantes finos ou até empréstimos que nunca são pagos podem comprometer suas finanças. É importante saber dizer não e estabelecer limites. Afinal, quem te ama de verdade vai entender que cuidar do seu dinheiro também é cuidar do seu futuro.

Esses são os 7 ladrões do seu dinheiro que, muitas vezes, passam despercebidos. Mas, com um pouco de atenção e planejamento, você pode evitar que eles continuem minando suas finanças. A chave é identificar onde seu dinheiro está indo e fazer ajustes para que ele trabalhe a seu favor.

Vamos juntos construir um futuro financeiro mais tranquilo!

Abraços,

Wellington Cruz

Se você já investe ou está começando a explorar o mundo dos investimentos, sabe que nem todos eles são tributados pelo Imposto de Renda. Isso é ótimo, porque significa que você pode guardar mais dinheiro no bolso. Mas, mesmo que seus investimentos sejam isentos, você ainda precisa declará-los na sua declaração anual. E é aí que muita gente se perde. Então, vou te mostrar, de forma simples e direta, como declarar investimentos isentos no Imposto de Renda 2025, sem medo de cair na malha fina.

Primeiro, é importante entender quais investimentos são isentos de Imposto de Renda. Alguns exemplos clássicos são as LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) e LCAs (Letras de Crédito do Agronegócio), que são isentas para pessoas físicas. Outro exemplo são os fundos imobiliários (FIIs), cujos dividendos também são isentos. Além disso, as ações na bolsa de valores têm isenção para ganhos de até R$ 20 mil por mês em vendas. Saber quais investimentos são isentos é o primeiro passo para declarar corretamente.

Agora, vamos à prática. Para declarar esses investimentos, você precisa acessar o programa da Receita Federal e preencher as informações na ficha “Bens e Direitos”. Mesmo que o investimento seja isento, ele precisa ser informado. Por exemplo, se você tem R$ 10.000 aplicados em um fundo imobiliário, precisa declarar esse valor. O mesmo vale para LCIs e LCAs: mesmo que não haja tributação, o valor aplicado deve constar na declaração.

Um detalhe importante: se você recebeu rendimentos isentos, como dividendos de FIIs ou juros de LCIs e LCAs, também precisa informar esses valores na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”. Por exemplo, se você recebeu R$ 1.000 em dividendos de um fundo imobiliário, esse valor deve ser declarado. A Receita Federal não vai cobrar imposto sobre ele, mas precisa saber que ele existe. Isso ajuda a evitar problemas, como cair na malha fina por omissão de informações.

Outro ponto que gera dúvidas é como declarar as ações na bolsa de valores. Se você vendeu ações com lucro, mas o valor total das vendas no mês foi menor que R$ 20 mil, você não precisa pagar Imposto de Renda sobre esses ganhos. No entanto, ainda precisa informar as vendas na ficha “Renda Variável”. Isso inclui o valor das ações vendidas, o preço de compra e o preço de venda. A Receita usa essas informações para verificar se você está dentro do limite de isenção.

E se você tem dúvidas sobre como preencher esses campos no programa da Receita, não se preocupe. O próprio programa tem um guia que explica cada etapa. Além disso, você pode consultar o extrato da sua corretora ou banco para ter todas as informações necessárias. O importante é não deixar de declarar, mesmo que o investimento seja isento. A omissão de informações pode levar a multas e até à malha fina.

Um exemplo prático: imagine que você tem R$ 50.000 aplicados em LCIs e recebeu R$ 2.000 em juros ao longo do ano. Na declaração, você precisa informar os R$ 50.000 na ficha “Bens e Direitos” e os R$ 2.000 na ficha “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”. Parece simples, mas muita gente esquece de declarar os rendimentos isentos, o que pode gerar problemas com a Receita.

Outro exemplo: se você vendeu ações com lucro de R$ 15.000 em um mês, mas o valor total das vendas foi menor que R$ 20.000, você não precisa pagar Imposto de Renda sobre esse lucro. No entanto, ainda precisa informar a venda na ficha “Renda Variável”, com os detalhes da operação. A Receita vai verificar se você está dentro do limite de isenção e, se tudo estiver certo, não haverá cobrança de imposto.

Por fim, uma dica importante: guarde todos os comprovantes das suas operações e rendimentos. Mesmo que a Receita não peça os documentos no momento da declaração, eles podem ser solicitados em caso de fiscalização. Ter tudo organizado facilita sua vida e evita dores de cabeça no futuro.

Declarar investimentos isentos no Imposto de Renda pode parecer complicado, mas, com um pouco de atenção e organização, você faz isso sem dificuldade. O importante é não deixar de informar nada, mesmo que não haja tributação. Assim, você garante que sua declaração esteja em dia e evita problemas com a Receita Federal.

Abraços,

Wellington Cruz

Todo mundo adora uma boa história de superação.

O Google nasceu em uma garagem. A Apple também. O Facebook foi criado em um dormitório de faculdade. Silvio Santos começou como camelô, o Primo Rico foi garçom. Histórias inspiradoras, certo? Pois é, mas elas são só parte da verdade.

Se você já se deparou com essas narrativas acompanhadas de frases motivacionais do tipo “se eles conseguiram, você também pode!”, tome cuidado. A realidade por trás dessas histórias é um pouco diferente.

A famosa garagem do Google, por exemplo, foi só um local temporário, depois que os fundadores receberam um investimento inicial de 1 milhão de dólares. Em cinco meses, já estavam em um escritório normal, bem longe da tal garagem.

Jeff Bezos, fundador da Amazon, começou o negócio em um escritório simples? Sim. Mas também contou com um “empréstimo” generoso de 250 mil dólares dos pais — algo que, ajustado pela inflação, ultrapassa 1,5 milhão de reais. Nada mal para quem quer empreender, não?

E Mark Zuckerberg? Criou o Facebook no dormitório? Verdade. Mas aquele dormitório ficava em Harvard, onde estudam os filhos da elite global, um ambiente propício para fazer conexões valiosas. A anuidade por lá passa de 100 mil dólares. Não é exatamente o que chamamos de “começar do nada”.

Isso significa que é impossível crescer sem dinheiro ou contatos? Claro que não. O mundo precisa de empreendedores, e muitos chegam lá por mérito próprio. Mas acreditar que qualquer pessoa pode repetir esses casos sem os mesmos recursos é se enganar.

Essa estratégia de vender uma origem humilde não é exclusividade do Vale do Silício. Aqui no Brasil, temos o exemplo do Primo Rico, que adora contar que foi garçom no Outback e que foi despejado de uma cobertura de luxo em Moema, que é mais vantajoso viver pagando aluguel. A intenção é clara: criar uma narrativa de dificuldades para se conectar com o público e vender a idéia de que qualquer um pode chegar onde ele chegou. Neste ponto, ele te oferece cursos sobre finanças, dá livro de graça para aqueles que se inscrevem em determinado local.

Empreender é possível, crescer financeiramente também, mas não se iluda com histórias maquiadas.

O verdadeiro sucesso exige preparação, conhecimento e estratégia. Não se deixe levar por contos de fadas empresariais. Quer construir algo sólido? Entenda o jogo, aprenda sobre dinheiro e trace seu próprio caminho, sem ilusões.

Abraços,

Wellington Cruz

Desafio Financeiro: Descubra Por Que Você Está Quebrado!

A realidade financeira de muitas pessoas no Brasil é marcada por um ciclo vicioso de dívidas, falta de planejamento e frustração constante. Embora cada caso tenha suas particularidades, há padrões comuns que se repetem entre aqueles que enfrentam dificuldades financeiras. Se você se reconhece em alguns desses pontos, pode ser o momento de dar uma atenção especial à sua saúde financeira e refletir sobre o que está impedindo você de alcançar a estabilidade e a liberdade financeira. Abaixo, vou explorar os principais motivos que podem estar levando você à falência e como corrigir esses hábitos.

Você não poupa nada da sua renda?

A falta de poupança é um dos principais fatores que levam à quebra financeira. Muitos brasileiros vivem no limite, gastando todo o seu salário e até mais, sem deixar uma reserva para emergências ou objetivos de longo prazo. Segundo uma pesquisa do SPC Brasil, 61% dos brasileiros não têm uma reserva financeira, o que é preocupante, pois situações inesperadas, como uma doença ou a perda de emprego, podem causar um grande impacto. A recomendação dos especialistas é que você reserve pelo menos 10% da sua renda todo mês, o que pode ser um excelente ponto de partida para a criação de um fundo de emergência.

Você não investe mensalmente?

Investir é fundamental para criar patrimônio e garantir a segurança financeira no futuro. Quando você não investe, está deixando seu dinheiro parado, muitas vezes corroído pela inflação. Segundo dados da B3 (Brasil, Bolsa, Balcão), apenas 16% da população brasileira investe regularmente, um número muito baixo, especialmente considerando que a rentabilidade de investimentos é uma das formas mais eficazes de construir riqueza. Mesmo que você comece com pequenos valores, como R$ 100 por mês, a consistência no investimento pode resultar em ganhos significativos ao longo do tempo. O mercado financeiro brasileiro tem opções acessíveis, como fundos de investimento, Tesouro Direto e a bolsa de valores, que oferecem boas oportunidades para iniciantes.

Você não controla seus gastos?

A falta de controle sobre os gastos é outro erro comum que leva as pessoas à falência. O comportamento impulsivo e a falta de um orçamento bem estruturado fazem com que muitas pessoas gastem mais do que ganham. Uma pesquisa do IBGE revelou que 58,6% das famílias brasileiras estão endividadas, o que é um reflexo claro da falta de planejamento financeiro. Ter um controle rigoroso sobre o que você ganha e gasta é essencial para manter a saúde financeira. Ferramentas como aplicativos de finanças pessoais podem ajudar a categorizar e controlar os gastos, facilitando a identificação de onde o dinheiro está sendo mal alocado.

Você compra o que não precisa?

O consumo excessivo de produtos e serviços que não são essenciais é um dos grandes vilões das finanças pessoais. O brasileiro, em média, gasta cerca de 30% da sua renda com itens não essenciais, como roupas, gadgets e serviços de streaming, segundo o IBGE. Muitas vezes, a compra de objetos de desejo surge do impulso ou da pressão social, o que acaba levando à frustração financeira. A recomendação é simples: compre apenas o que você realmente precisa, faça listas de compras e estabeleça prioridades. Além disso, sempre que possível, evite parcelar compras em muitas vezes, pois isso compromete sua renda futura e acumula juros.

Você prefere mais o entretenimento que a educação financeira?

A falta de educação financeira é um dos principais fatores que contribuem para a instabilidade financeira de muitas pessoas. Em um estudo realizado pela ANBIMA, apenas 30% dos brasileiros afirmaram ter algum tipo de conhecimento sobre finanças pessoais. Isso significa que a maioria das pessoas não sabe como planejar, economizar e investir seu dinheiro de forma eficaz. A boa notícia é que a educação financeira é acessível a todos, com uma infinidade de recursos gratuitos, como blogs, podcasts e vídeos online. Investir em seu conhecimento financeiro é um dos primeiros passos para garantir um futuro mais tranquilo.

Você não tem prioridades na vida?

Quando não há um planejamento claro e um conjunto de prioridades financeiras, é difícil tomar decisões que realmente contribuam para a construção de um futuro financeiro sólido. Muitas pessoas gastam de forma desenfreada sem pensar no que é mais importante para elas a longo prazo, como uma casa própria, a aposentadoria ou a educação dos filhos. Ter objetivos financeiros bem definidos e comprometimento com eles é fundamental para transformar sua realidade financeira. Comece pequeno, definindo metas como pagar uma dívida, economizar para uma viagem ou investir para o futuro, e vá ajustando conforme sua situação evolui.

Você não tem outras fontes de renda?

Dependência de uma única fonte de renda é uma situação arriscada. De acordo com dados da PNAD Contínua, cerca de 40% da população brasileira possui apenas uma fonte de renda, o que deixa muitas pessoas vulneráveis a crises econômicas ou situações inesperadas, como a perda de emprego. Buscar fontes alternativas de renda, seja por meio de freelances, investimentos ou até um pequeno negócio, é uma excelente maneira de diversificar seu fluxo de dinheiro e alcançar maior segurança financeira. Hoje em dia, com a internet, há diversas opções para complementar a renda, como vender produtos, prestar serviços online ou investir em imóveis e ações.

Você não tem um planejamento financeiro?

Por fim, a falta de um planejamento financeiro adequado é uma das razões mais comuns para a falta de controle financeiro. Sem um planejamento, fica difícil saber quanto gastar, quanto economizar ou como investir de forma inteligente. Criar um orçamento mensal, com previsão de receitas e despesas, é uma das maneiras mais simples e eficazes de evitar a falência financeira. Além disso, é essencial revisar seu planejamento regularmente, ajustando suas metas e despesas conforme a sua vida e as circunstâncias mudam.

Se você respondeu “SIM”, a pelo menos uma das perguntas acima, você provavelmente precisa de ajuda em alguma área da sua vida financeira. O importante é começar a agir agora, adotando hábitos financeiros saudáveis que vão garantir um futuro mais próspero e sem dívidas. O controle da sua saúde financeira está em suas mãos e pode começar com passos simples, mas que fazem toda a diferença no longo prazo.

Abraços,

Wellington Cruz

Plataformas que Podem Gerar Renda Extra e Transformar Sua Vida

Ganhar dinheiro pela internet já não é mais um privilégio para poucos. Em um mundo onde as oportunidades digitais se multiplicam a cada dia, muitas pessoas têm encontrado nas plataformas online uma forma de complementar a renda, pagar dívidas e até transformar suas vidas. A questão não é se existem formas de ganhar dinheiro online, mas sim qual delas faz mais sentido para você e como começar.

Existem plataformas que permitem desde a venda de produtos até a prestação de serviços, passando pela criação de conteúdo e investimentos inteligentes. Cada uma tem seu próprio modelo de funcionamento, e o ideal é escolher aquela que mais combina com suas habilidades e interesses. Se você gosta de escrever, criar vídeos, vender produtos ou ensinar algo que sabe bem, há um caminho para você.

Para quem tem habilidades criativas, plataformas como Fiverr e Upwork conectam freelancers a clientes do mundo inteiro. Se você é designer, programador, escritor ou editor de vídeo, pode criar um perfil e começar a oferecer seus serviços. Muitas pessoas começam atendendo pequenos projetos e, ao longo do tempo, constroem uma clientela fiel. No Brasil, o 99Freelas é uma excelente alternativa, onde profissionais podem encontrar oportunidades em diversas áreas.

Se a ideia é vender produtos, tanto físicos quanto digitais, Shopee, Mercado Livre e Elo7 são opções interessantes para quem quer começar a empreender sem precisar abrir uma loja física. A popularização dos marketplaces permite que qualquer pessoa possa vender de casa, bastando criar um anúncio e estruturar uma boa estratégia de divulgação. Além disso, plataformas como Hotmart e Kiwify possibilitam a venda de cursos, e-books e outros produtos digitais, permitindo que especialistas compartilhem conhecimento e monetizem suas experiências.

Para quem deseja entrar no mundo da criação de conteúdo, YouTube e TikTok oferecem a possibilidade de gerar receita por meio de anúncios e parcerias. Criadores de conteúdo que conseguem engajar seu público podem monetizar seus vídeos de várias formas, seja com patrocínios ou programas de afiliados. Já para quem gosta de escrever, o Medium e o programa de afiliados da Amazon permitem que textos sejam remunerados com base na quantidade de acessos e vendas geradas.

O setor de transporte e delivery também não fica de fora. Aplicativos como Uber, 99 e iFood oferecem uma oportunidade de renda extra para quem tem um veículo e tempo disponível. Mesmo sendo um mercado competitivo, é possível otimizar ganhos com boas estratégias, como dirigir em horários de maior demanda ou aproveitar promoções para motoristas.

E para aqueles que pensam no longo prazo, o mercado financeiro tem plataformas como XP, NuInvest e Rico, que permitem investir de forma acessível e segura. Mesmo com pouco dinheiro, é possível começar a investir em renda fixa, ações ou fundos imobiliários e, com consistência, construir um patrimônio sólido.

Independente da plataforma escolhida, o segredo para gerar renda extra é a constância e o aprendizado contínuo. Muitos começam aos poucos, como uma forma de complementar o salário, e acabam transformando essa atividade em um negócio lucrativo. O mais importante é dar o primeiro passo e testar aquilo que faz mais sentido para sua realidade. Oportunidades existem — e podem, de fato, mudar sua vida.

O Carnaval está chegando, e com ele vem aquele clima de festa, alegria e, claro, gastos. Seja viajando para um destino turístico, pulando em um bloco de rua ou aproveitando os dias de folga em casa, é fácil deixar o orçamento de lado e acabar com uma surpresa desagradável no final do mês. Mas, como especialista em finanças, posso te garantir: é possível aproveitar a folia sem descuidar das finanças. Vou te mostrar o que fazer antes, durante e depois do Carnaval para garantir que a festa não vire uma dor de cabeça. Vamos lá?

Antes do Carnaval: Planejamento é Tudo

A primeira regra para curtir o Carnaval sem estresse financeiro é planejar com antecedência. Isso significa definir um orçamento realista e separar o dinheiro necessário para cobrir todos os gastos. Por exemplo, se você está planejando uma viagem para Salvador, faça uma lista de todos os custos envolvidos: passagens, hospedagem, alimentação, ingressos para blocos e, claro, uma reserva para imprevistos. Se o total for R$ 2.000, comece a guardar dinheiro alguns meses antes. Assim, você evita depender do cartão de crédito ou do cheque especial.

Outra dica importante é pesquisar preços e comparar opções. Muitas vezes, comprando com antecedência, você consegue descontos em passagens, hospedagens e até ingressos para blocos. Além disso, se você vai ficar na sua cidade, aproveite para planejar os gastos com fantasias, bebidas e transporte. Um orçamento bem feito é a chave para evitar surpresas desagradáveis. Mas, se não foi possível planejar tudo antes, não se desepere! Ainda tenho algumas dicas importantes, para não se arrepender depois.

Durante o Carnaval: Controle os Gastos

Chegou a hora da festa, e é aqui que muita gente perde o controle. Para evitar isso, estabeleça um limite diário de gastos e tente segui-lo à risca. Por exemplo, se você separou R$ 500 para os quatro dias de folia, divida esse valor em R$ 125 por dia. Assim, você sabe exatamente quanto pode gastar e evita extrapolar o orçamento.

Uma dica que sempre dou é evitar levar o cartão de crédito para a folia. Leve apenas o dinheiro que você separou e deixe o cartão em casa. Dessa forma, você não corre o risco de gastar mais do que pode pagar. Outra estratégia é usar aplicativos de controle financeiro para anotar todos os gastos em tempo real, ou ainda! Uma das minhas planilhas para imprimir ou salvar no computador. Isso ajuda a manter o controle e a evitar excessos.

E não se esqueça de cuidar dos seus pertences. Perder documentos, celular ou dinheiro durante a folia pode gerar gastos extras e muita dor de cabeça. Por isso, prefira levar apenas o essencial e deixe os objetos de valor em um local seguro.

Depois do Carnaval: Hora de Ajustar as Contas

A festa acabou, e agora é hora de voltar à realidade. O primeiro passo é fazer um balanço dos gastos. Compare o que você planejou com o que realmente gastou e veja se houve algum desvio. Se você acabou gastando mais do que o previsto, não entre em pânico. O importante é ajustar as contas o mais rápido possível.

Se você usou o cartão de crédito, veja se consegue pagar a fatura total para evitar juros. Caso isso não seja possível, tente negociar com o banco ou parcelar a dívida. O importante é não deixar que os gastos do Carnaval se transformem em uma bola de neve.

Outra dica é começar a se planejar para o próximo Carnaval. Se você percebeu que os gastos foram altos, comece a guardar dinheiro agora mesmo. Por exemplo, se você gastou R$ 2.000 este ano, pode começar a guardar R$ 200 por mês para o próximo. Assim, você chega na folia com o orçamento em dia e sem preocupações.

Dicas Extras para Curtir sem Culpa

  • Aproveite os Blocos Gratuitos: Muitas cidades têm blocos de rua gratuitos, que são uma ótima opção para quem quer curtir sem gastar muito.
  • Faça Amigos e Divida Custos: Se você está viajando, dividir hospedagem e transporte com amigos pode reduzir bastante os gastos.
  • Cuidado com os Pequenos Gastos: Um refrigerante aqui, um lanche ali… Esses pequenos gastos podem somar bastante no final da festa. Fique atento!

O Carnaval é uma época de alegria e descontração, e não precisa ser sinônimo de dívidas. Com um pouco de planejamento e controle, você pode curtir a folia sem comprometer suas finanças. Vamos juntos construir um futuro financeiro mais tranquilo!

Abraços,

Wellington Cruz

Imagine que você está caminhando na rua e, de repente, começa a chover. Se você tiver um guarda-chuva, tudo fica mais tranquilo, certo? A reserva de emergência funciona exatamente assim: é aquele dinheiro guardado para quando a “chuva” dos imprevistos aparecer. Pode ser uma demissão inesperada, um problema de saúde ou até um conserto urgente no carro. Mas, afinal, como começar a montar essa reserva, quanto guardar e onde investir esse dinheiro? Vamos descomplicar esse assunto tão importante.

Guardar dinheiro nem sempre é fácil porque nosso cérebro tende a priorizar o presente. É comum priorizar o momento presente e adiar preocupações com o futuro, especialmente quando este parece incerto. Esse comportamento é conhecido como “viés do presente”. Além disso, muitas pessoas se sentem desanimadas ao calcular o valor necessário para a reserva de emergência, achando que nunca vão conseguir juntar tanto. Esse, é o viés da inércia. Comece pequeno. Guarde o equivalente a um mês de despesas e, aos poucos, vá aumentando até chegar ao valor ideal. Pegou a dica?

Mas o que é, de fato, uma reserva de emergência? É um dinheiro separado para cobrir aquelas situações que ninguém espera, mas que podem acontecer a qualquer momento. Ela funciona como um colchão de segurança, evitando que imprevistos atrapalhem seus planos de longo prazo, como comprar uma casa ou se preparar para a aposentadoria. A reserva de emergência é parecido com um seguro, trata-se de uma proteção de curto prazo, que pode ser complementada com outros seguros, como diárias de internação hospitalar, fortalecendo ainda mais a rede de segurança.

E quanto guardar? A regra básica é ter o equivalente a seis meses de despesas mensais. Por exemplo, se você gasta R$ 3.000 por mês, o ideal seria juntar R$ 18.000. Mas esse valor pode variar. Se você tem um emprego estável e não tem dependentes, talvez três meses de despesas sejam suficientes. Já para quem tem uma renda variável ou depende de comissões, o ideal pode ser guardar até 12 meses de despesas. O importante é adaptar o valor à sua realidade.

Agora, onde guardar esse dinheiro? A liquidez é a chave aqui. Como a reserva de emergência pode ser necessária a qualquer momento, o dinheiro precisa estar disponível rapidamente. Por isso, investimentos seguros e de fácil acesso são os mais indicados como CDB (Certificado de Depósito Bancário), Tesouro Selic e Fundos DI. O CDB é uma das opções mais simples e acessíveis, com liquidez diária e proteção do FGC (Fundo Garantidor de Créditos) para investimentos de até R$ 250 mil por CPF e instituição financeira. O Tesouro Selic é um título público que acompanha a taxa básica de juros da economia e também permite resgates rápidos. Já os Fundos DI são uma boa escolha para quem prefere deixar a gestão do dinheiro nas mãos de especialistas. Entre essas opções, o CDB costuma ser o mais recomendado para quem está começando, por ser simples e seguro.

Depois de montar sua reserva de emergência, o próximo passo é pensar no longo prazo. É importânte começar a investir para a aposentadoria. Assim como a reserva de emergência oferece proteção no curto prazo, a aposentadoria é o alicerce para o longo prazo. Garantir uma renda no futuro é essencial para evitar a falta de recursos ao longo da vida.

E como começar hoje mesmo? Primeiro, defina um valor mensal para guardar. Pode ser R$ 100, R$ 200 ou o que couber no seu orçamento. O importante é começar. Depois, automatize suas economias: configure uma transferência automática para uma conta de investimentos assim que receber seu salário. Dessa forma, você não corre o risco de gastar o dinheiro que deveria ser guardado. Por fim, acompanhe seus gastos. Use um aplicativo ou uma planilha para entender para onde seu dinheiro está indo. Isso ajuda a identificar onde é possível cortar despesas e aumentar suas economias.

Montar uma reserva de emergência pode parecer difícil no começo, mas é um passo essencial para garantir tranquilidade financeira. Comece com pouco, seja consistente e, aos poucos, você verá seu colchão de segurança crescer. Em 2025, mais do que nunca, estar preparado para imprevistos é uma das melhores decisões que você pode tomar. E lembre-se: o futuro agradece cada pequeno esforço que você faz hoje.

Abraços,

Wellington Cruz

Imagine chegar ao final do ano com um dinheiro extra, como se fosse um 14º salário, para cobrir despesas de fim de ano, presentear a família ou até mesmo investir. Parece bom, não é? A boa notícia é que isso é possível, e você não precisa ganhar mais para conseguir. Com um planejamento simples e mensal, é possível juntar o equivalente a um salário mínimo (R$ 1.518,00) ao longo do ano, sem grandes sacrifícios. O segredo está em dividir o valor em 12 etapas, com aportes crescentes a cada mês, tornando o processo mais leve e adaptável ao seu orçamento.

O primeiro passo é entender, que neste exemplo, o valor total a ser guardado é de R$ 1.518,00, o equivalente ao salário mínimo em 2025. Mas você pode adaptar a sua realidade. Para chegar lá, você vai economizar valores que aumentam gradualmente a cada mês. Isso significa começar com um valor pequeno e ir aumentando conforme o ano avança. A ideia é que, no início, quando o orçamento pode estar mais apertado, você guarde menos. Conforme o ano passa e você se adapta ao hábito de economizar, o valor mensal aumenta, mas de forma que não pese tanto no seu bolso.

No primeiro mês, o valor a ser guardado é de R$ 50,00. Parece pouco, não é? Mas é justamente essa a ideia: começar com um valor que não comprometa suas contas básicas. No segundo mês, você aumenta para R$ 75,00. Aos poucos, o valor vai subindo: R$ 100,00 no terceiro mês, R$ 125,00 no quarto, e assim por diante. A cada mês, você guarda R$ 25,00 a mais do que no mês anterior. Isso faz com que, no final do ano, você tenha acumulado os R$ 1.518,00 sem sentir um impacto grande no seu orçamento.

Vamos pegar um exemplo prático: no primeiro mês, você guarda R$ 50,00. No segundo, R$ 75,00. No terceiro, R$ 100,00. No quarto, R$ 125,00. No quinto, R$ 150,00. No sexto, R$ 175,00. No sétimo, R$ 200,00. No oitavo, R$ 225,00. No nono, R$ 250,00. No décimo, R$ 275,00. No décimo primeiro, R$ 300,00. E, no décimo segundo mês, você guarda R$ 323,00. Somando tudo, você chega aos R$ 1.518,00. Perceba como, no início, os valores são baixos e vão aumentando de forma gradual, sem pesar tanto no seu orçamento.

Mas onde guardar esse dinheiro? Uma boa opção é uma aplicação de renda fixa, um CDB com liquidez diária, por exemplo. Essa tipo de aplicação permite que você resgate o dinheiro a qualquer momento, caso precise, e ainda rendem um pouco mais do que deixar o valor parado na conta corrente. Além disso, ao ver o dinheiro render, você se sente mais motivado a continuar economizando.

E se, em algum mês, você não conseguir guardar o valor estipulado? Não se preocupe. O importante é manter a consistência. Se em um mês você só conseguir guardar R$ 30,00 em vez de R$ 50,00, tente compensar no mês seguinte. O objetivo é criar o hábito de economizar, e não se cobrar demais por eventuais deslizes. O que importa é seguir o plano e ajustá-lo conforme sua realidade.

Outra dica importante é automatizar as economias. Assim que receber seu salário, separe o valor estipulado para o mês e transfira para a aplicação escolhida. Dessa forma, você não corre o risco de gastar o dinheiro que deveria ser guardado. Além disso, ao ver o valor acumulado crescer ao longo do ano, você se sentirá mais motivado a continuar.

E o que fazer com o dinheiro no final do ano? Aí é com você! Pode usar para comprar os presentes de fim de ano, gastar naquela viagem, ou guardar para pagar as contas de começo de ano, como IPVA e IPTU. Também pode ser uma boa oportunidade para investir em algo que você deseja há tempo, como uma viagem ou um curso. Ou, quem sabe, até mesmo reinvestir o valor para começar o próximo ano com uma reserva ainda maior. Pegou a dica?

O importante é que, ao seguir esse plano, você não só garante um “14º salário” no final do ano, mas também cria um hábito financeiro saudável. Economizar de forma consistente e planejada é a chave para alcançar seus objetivos financeiros, seja ele qual for. E o melhor: você não precisa ganhar mais para fazer isso. Basta organizar o que já tem e seguir um plano simples, como o que mostrei aqui. Então, que tal começar hoje mesmo? O seu futuro agradece.

Abraços,

Wellington Cruz